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Jovens Reprodutores Limousine brilham na 32ª edição do Concurso Nacional durante a FIAPE

Jovens Reprodutores Limousine brilham na 32ª edição do Concurso Nacional durante a FIAPE

D urante o XXXII Concurso Nacional de Jovens Reprodutores da Raça Limousine, integrado na Feira Internacional de Agropecuária de Estremoz (FIAPE), a excelência da genética bovina portuguesa esteve em evidência.

À nossa reportagem Joaquim Carvalho, presidente da Associação Portuguesa de Criadores da Raça Limousine (ACL), reforçou a importância do evento e o papel fundamental que este tem vindo a desempenhar na valorização da raça ao longo das últimas décadas. “Já estamos no 32º ano consecutivo que fazemos o concurso aqui na FIAPE. É uma feira de referência em termos de agropecuária”, afirma Joaquim Carvalho, reforçando o impacto positivo do certame para criadores e para o setor. O evento, realizado com o apoio do município de Estremoz e em parceria com a ACORE (Associação de Criadores), motiva os produtores a apresentarem os seus melhores ani mais, num ambiente de elevada qualidade e profissionalismo.

O concurso serve como uma montra de excelência, onde se valoriza não apenas a morfologia, mas também as qualidades produtivas dos animais.

“Tudo isto é um processo sempre com o objetivo final: que a satisfação do consumidor seja a melhor possível”, sublinha o presidente, enfatizando a importância de uma seleção criteriosa baseada na genética, docilidade e aptidão ao parto. Entre os critérios de avaliação estão a conformidade com o estalão da raça, a finura de osso - uma característica asso ciada a uma melhor conversão de carne e menor desperdício - e a facilidade de parto. “Animais com canelas mais finas e bacias com melhor abertura pélvica são preferidos, pois facilitam partos sem assistência e aumentam a taxa de sucesso”, explica.

Joaquim Carvalho sublinha também o progresso notável na docilidade dos animais e o entusiasmo crescente entre os mais jovens: “Nota-se gente jovem a aderir, o que para mim é uma evolução muito positiva. Vêm-se crianças a começar a entrar nos concursos (…) nota-se que os criadores têm descendência e já ficam com o bichinho da produção animal”.

 

 

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