“Nós fazemos inovação alimentar. Trabalhamos no agroalimentar, especialmente na conservação pós-colheita de frutos.
Estamos a trabalhar em câmara, mas agora também um pouco no transporte. Aplicamos tecnologias diferentes, como radiações, ionizações e atmosferas controladas. Tentamos fugir ao que é convencional, evitando a adição de produtos químicos, e sim retirando da nossa atmosfera gases como o azoto e o dióxido de carbono, para a conservação dos frutos (…).
Trabalhamos em toda a área, desde a produção agrícola até ao produto final do consumidor, porque os nossos laboratórios nos permitem fazer isso, incluindo o apoio à aceitação, porque um produto não só tem de ser inovador e saudável, mas também bom para consumir. É importante perguntar às pessoas, e aí entra a parte final da análise sensorial, complementada com todas as análises nutricionais que são necessárias para um produto (…) que é exatamente o que fazemos no CATAA (…)”.
Extrato da sua intervenção durante o 1º painel, Engenharia de Indústrias Alimentares: Transformação e Inovação Alimentar, no âmbito da 2ª Conferência InovEnsino realizada na Escola Superior Agrária de Viseu.
Não perca a reportagem completa na edição de janeiro de 2026.
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